Emoções e o controle das finanças

Os impulsos são reações imediatas de emoções e é comum aparecerem diante de uma tristeza ou decepção, podendo fazer com que uma determinada atitude seja tomada por euforia ou para amenizar uma dor.

O princípio básico do controle das finanças é o que chamamos de inteligência financeira. Ou seja, entender a diferença de comprar o que queremos ou o que de fato precisamos.

O ambiente social onde vivemos tem um  papel importante em como entendemos o consumo. É, sem dúvida, muito bom ver todos perguntando onde você comprou uma determinada roupa ou elogiando seu carro novo. É comum que essa seja uma sensação prazerosa e nos impeça de parar os gastos e, de certo modo, os justifique.

A inteligência financeira não é privilégio de uma determinada classe social ou nível de instrução. Uma pessoa com pouca escolaridade pode ter uma relação com dinheiro muito mais saudável e inteligente do que uma pessoa muito instruída e com muitas posses.  O segredo é entender a sua situação financeira, valorizando sua renda seja ela qual for e agindo de forma racional.

As emoções negativas como ansiedade ou baixa autoestima podem levar a busca de compensação em algo e isso, com frequência, se reflete nas compras.

Como impedir que as emoções atrapalhem no controle das finanças?

Para evitar gastos impulsivos é preciso estar consciente do seu estado antes de tomar uma decisão de comprar. Procure entender se você precisa ou deseja um determinado item e o que está motivando a sua decisão.

Procure pesquisar os preços de produtos. Você pode utilizar esse período de pesquisa de preços para reavaliar a necessidade da compra e realizar um controle das finanças.